07 de janeiro de 2009 06h42
Nesta quarta-feira tivemos diferenças relevantes no comportamento das principais praças. Japão, Coréia e Austrália continuaram no movimento de alta (1,74%, 2,84% e 0,99%) enquanto HK e Índia que fecham após a abertura européia têm forte baixa.
O Hang Seng recuou 3,37% com a notícia de que o Bank of America vendeu ações de empresas de telefonia móvel e do banco China Construction Bank.
O Sensex indiano recua no momento 7,3% com destaque para a Satyam Computer Services e o banco Icici.
Na Europa a abertura é negativa após seis dias de alta com destaque para a Rio Tinto que recua 5,5% após ter subido 29% em três sessões e a Man que cai também 5,5% com a mudança de recomendação do UBS de compra para venda. No setor financeiro o Commerzbank recua 2,7%.
Os futuros americanos que chegaram a operar em alta no meio da sessão asiática agora perdem 0,8%.
Com o forte rali dos últimos dias é natural que haja uma realização diante das expectativas de números muito ruins do quarto trimestre de 2008 o que não invalida a expectativa de melhora com as ações de Governos, Taiwan acaba de cortar os juros para 1,50% (06h50), e especialmente o pacote americano que será implementado após a posse de Barack Obama.
Hoje às 11h15 será divulgado o indicador de vagas da ADP com expectativa de perda de 493 mil postos ante a perda de 472 mil no mês anterior.
Nas commodities as agrícolas operam com baixas de 1,36% no trigo, 0,89% na soja e 0,59% no milho, o petróleo está estável a $48,60 e os metais seguem em destaque com mais uma alta do cobre (1,52%).
No mercado de cambio o dólar cai frente à maioria das moedas com destaque para won com 1,52%, zloty com 1,20% e rand com 0,66%. O euro sobe 0,42%, o iene 0,24% e a libra recua 0,50%.
No cenário interno foi excelente a colocação do Tesouro que junto com a Colômbia seguiu o México na volta às captações sinalizando que já retornou a demanda para títulos de países emergentes a taxas aceitáveis o que deve continuar apreciando o real no médio prazo.
O IGP-DI deve confirmar a expectativa de deflação de 0,17% mantendo a expectativa de redução de 50 ou 75 pontos na reunião do COPOM deste mês.
Apesar de ser ainda esperada uma volatilidade alta no médio prazo creio que o cenário seguira evoluindo positivamente com o mercado se adaptando ao novo nível de credito.
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06 de janeiro de 2009 07h00
O mercado asiático seguiu em alta nesta terça-feira na maioria das praças com exceção de HK que recuou 0,34%, O destaque foi o CSI 300 chinês com alta de 3,2% liderada pelo Pudong Bank e setor petrolífero.
A alta de 1,3% no preço de chips que na segunda-feira já haviam subido 5,5% levou o setor eletrônico a ser destaque no Japão e Coréia. Em 2008 os preços recuaram 62%.
Na Europa após uma abertura em alta as principais praças operam em leve baixa com destaque negativo para o setor financeiro na Alemanha e petróleo no Reino Unido.
Os futuros americanos operam estáveis na expectativa dos indicadores de hoje. Às 13h00 serão divulgados o ISM do setor de serviços, os pedidos de fábrica e as vendas de casas pendentes e às 17h00 a ata do FOMC.
Nas commodities o Brasil segue sendo beneficiado com destaque para os metais com o cobre subindo 3,12%, soja 1,42% e milho 0,30%. O petróleo recua 1,6% cotado a $48,03 e o trigo cai 0,57%.
No mercado de cambio o dólar segue em recuperação com altas de 1,55% frente ao euro e florim húngaro, 1,60% frente ao dólar australiano, 0,23% no iene e 0,33% na libra. O rublo sobe 0,17% e a lira turca 0,17%.
A inflação apurada pela FIPE em dezembro ficou em 0,16%, o menor valor desde outubro de 2007 com destaque para a deflação de 0,54% nos alimentos.
O cenário externo segue positivo com a expectativa do pacote americano e de outras ações de Governos na Ásia, Europa onde são esperadas novas reduções de juros.
A recuperação das commodities pode sustentar a recuperação do mercado acionário.
No cambio, o excesso na desvalorização do real em 2008 deve levar a um descolamento da moeda brasileira neste momento em que o dólar se recupera com o dólar ficando abaixo dos R$2,30.
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A nova redução de juros na Índia e o anúncio feito pelo Governo chinês de que dará apoio à siderurgia e indústria automobilística permitiu mais um rali no mercado asiático com exceção da Austrália que recuou 0,72%. HK subiu 3,46%, Japão 2,07% e China 3,29%.
Na Europa a alta é liderada por empresas com maior exposição ao mercado americano na expectativa com o pacote de estímulo de Barack Obama.
Os futuros americanos operam estáveis e o mercado deve seguir na expectativa com as medidas de estímulo que Barack Obama anunicará após sua posse. Estima-se que o corte de impostos atinga US$300 bilhões.
Np mercado de cambio temos uma recuperação da moeda americana que sobe 1,63% frente ao franco suíço, 1,59% frente ao euro, 1,13% no iene e 0,24% na libra.
O rublo com 0,81%, won coreano com 0,65% e lira turca com 0,50% sobem frente ao dólar.
Nas commodities o cobre recua 0,75% e o petróleo sobe 0,19% cotado a $46,43.
Para o mercado brasileiro, a alta nas mineradoras e siderúrgicas deve permitir nova alta no Bovespa com dólar e juros estáveis. O IPC-S deve confirmar a desaceleração dos preços mas o recuo nos prêmios já embute uma queda na primeira reunião dôo COPOM de 2009.
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Devido à férias as atualizações do Blog nesta primeira quinzena serão menores mantendo o informe diário e cotações.
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